Em 2025, as novelas brasileiras vivem uma fase poderosa, marcada por tramas conduzidas por mulheres fortes, diversas e inspiradoras. Das 18h às 21h, o protagonismo feminino não é apenas um detalhe, é o motor das histórias que conquistam o público e refletem uma nova era na dramaturgia.
Mais do que isso, estamos vendo algo histórico acontecer: pela primeira vez, os três principais horários de novela da TV Globo são protagonizados por mulheres negras. Uma conquista importante para a representação e diversidade nas telas brasileiras.

Beatriz em “Garota do Momento” (TV Globo – 18h)
A grande revelação do horário das seis é Beatriz, vivida por Duda Santos. Na pele de uma jovem negra, criativa e carismática, Beatriz enfrenta desafios do mundo da moda e da autoimagem, enquanto conquista o coração dos telespectadores com sua autenticidade. “Garota do Momento” está no ar e se destaca como uma das novelas mais comentadas do ano.

Leona em “Dona de Mim” (TV Globo – 19h)
Clara Moneke brilha intensamente! Em “Dona de Mim”, Leona é uma jovem que usa sua inteligência e humor para lidar com problemas reais como ansiedade, pressão social e busca por independência. Sua presença na faixa das sete marca um momento histórico para a representatividade nas novelas.

Raquel em “Vale Tudo” (TV Globo – 21h)
No remake do clássico, Taís Araújo assume o papel de Raquel Accioli, uma mulher íntegra e batalhadora que tenta reconstruir sua vida após ser traída pela própria filha. Sua jornada reflete a força e a resiliência de tantas mulheres brasileiras.
Por que isso importa?
As novelas sempre foram espelho da sociedade. Em 2025, esse espelho reflete uma mulher plural, protagonista de sua vida e de suas escolhas. O público quer se ver nas telas, e finalmente estamos vendo histórias com mulheres negras, periféricas, sonhadoras e reais ganhando o destaque que merecem.
Ter Duda Santos, Clara Moneke e Taís Araújo nos papéis principais das três faixas horárias da Globo é um marco que deve ser celebrado. É representação com qualidade, talento e protagonismo real.




