Nos últimos dias, um boato tomou conta das redes sociais e movimentou duas das maiores fandoms do planeta: os fãs do BTS e os admiradores eternos de Michael Jackson. A possibilidade de uma colaboração inédita entre o grupo de K-pop e o Rei do Pop gerou empolgação, memes, debates acalorados e até polêmica. Mas afinal, o que realmente aconteceu e o que é pura especulação?
Tudo começou quando Paddy Dunning, dono do estúdio Grouse Lodge, na Irlanda, comentou que gravações feitas por Michael Jackson em 2006 estavam sendo revisitadas para um possível álbum póstumo. Bastou essa informação para que, nas redes sociais, surgissem teorias e “confirmações” não oficiais de que o BTS faria parte do projeto. A ideia de unir a energia inovadora do septeto com a lenda que transformou a música pop parecia perfeita demais para ser ignorada e rapidamente virou tendência global.
No entanto, a realidade chegou logo em seguida. A BigHit Music, agência responsável pelo BTS, divulgou um comunicado oficial negando qualquer envolvimento do grupo no suposto álbum tributo. Segundo a empresa, nenhum integrante esteve no estúdio Grouse Lodge e não houve gravações ou participação em qualquer faixa ligada a esse projeto.
O espólio de Michael Jackson também se pronunciou, reforçando que não autorizou nenhuma colaboração entre o BTS e o catálogo do cantor. Com isso, o rumor foi oficialmente descartado, mas não antes de provocar uma verdadeira tempestade digital.
A polêmica não foi apenas sobre a veracidade da notícia. Muitos fãs de MJ consideraram a ideia de um feat póstumo “desrespeitosa” à obra do artista, enquanto parte da ARMY defendia que a homenagem poderia ser uma forma de apresentar Michael a uma nova geração e celebrar seu legado. Esse choque de percepções alimentou ainda mais as discussões online.
Mesmo sem a colaboração, o episódio mostra o tamanho do impacto cultural de ambos. Michael Jackson, mais de uma década após sua morte, continua sendo referência absoluta de talento e inovação. O BTS, por sua vez, segue quebrando barreiras e conquistando públicos em todos os continentes. A simples menção de uma parceria entre eles foi suficiente para mostrar como esses dois nomes carregam um peso imenso na história e no presente da música.
Por enquanto, não veremos Jungkook dançando ao lado de hologramas de MJ ou Jimin dividindo vocais com o Rei do Pop, mas uma coisa é certa: o mundo ainda sonha com encontros impossíveis e quando esses sonhos chegam à internet, eles se espalham mais rápido do que qualquer música no topo das paradas.





