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O The Town 2025 transformou São Paulo em palco mundial da música e fechou sua segunda edição neste domingo (14) em clima de festa, emoção e diversidade cultural. Foram dias de pura intensidade, com apresentações que emocionaram, dividiram opiniões e já entraram para a história dos grandes festivais brasileiros.
Estrelas internacionais que brilharam
- Backstreet Boys levaram o público a uma viagem nostálgica com hits como I Want It That Way e Everybody, provando que continuam sendo referência no pop.
- Mariah Carey emocionou com seu repertório de clássicos e mostrou que sua potência vocal permanece intacta.
- Camila Cabello esbanjou energia, levantando a plateia com sucessos como Havana e Señorita.
- Katy Perry encerrou o festival em grande estilo, com figurinos vibrantes, cenografia explosiva e um setlist recheado de sucessos que transformaram o domingo em espetáculo.
- Jessie J fez um show intimista e cheio de emoção. Em recuperação de uma mastectomia, a cantora optou por um set acústico, com voz, violão e piano. Além de clássicos como Do It Like a Dude, ela lançou a inédita H.A.P.P.Y. e mostrou por que sua potência vocal é uma das mais aclamadas do pop. Apesar do formato mais contido, foi um show de coragem e entrega.
- Lionel Richie trouxe a elegância e a nostalgia que só um ícone sabe oferecer. Com hits como Hello, Easy e All Night Long, o público cantou em coro e se emocionou com um espetáculo que misturou charme, talento e energia contagiante.
O poder da música brasileira
O último fim de semana também foi marcado pela diversidade e força da cena nacional:
- Ivete Sangalo estreou no The Town com um show eletrizante no sábado. Carismática como sempre, Ivete entregou um repertório recheado de clássicos como Sorte Grande, Festa e Quando a Chuva Passar. Com interação constante com a plateia e energia contagiante, ela transformou o palco em um verdadeiro carnaval fora de época, preparando o público para a noite que ainda teria Mariah Carey. Foi um dos momentos mais celebrados do festival.
- Iza brilhou com vocais impecáveis, estética futurista e mensagens de empoderamento que conquistaram o público.
- Luísa Sonza trouxe ousadia, performance intensa e um repertório cheio de hits que incendiaram o palco.
- Pedro Sampaio fez uma verdadeira festa eletrônica, misturando funk, pop e batidas envolventes, além de receber convidados que ampliaram a energia do show.
- Duda Beat apresentou um show tecnicamente correto, mas recebeu críticas por ser considerado “morno” e pouco interativo. Mesmo com participações como a de Renato Góes, a energia não correspondeu às expectativas.
- Priscilla Alcantara surpreendeu e levantou a galera com um show vibrante. Um dos momentos mais comentados foi a participação especial do Fat Family, que trouxe de volta o clássico “Jeito Sexy”. Priscilla ainda brilhou com covers como “Survivor” (Destiny’s Child) e a inédita “Baixar a Guarda”. Visual ousado e presença de palco magnética completaram a performance.
- Joelma, ao lado de Dona Onete, Gaby Amarantos e Zaynara, celebrou a cultura do Norte do Brasil, transformando o palco em uma verdadeira festa de brasilidade.
- Di Ferrero também marcou presença, reafirmando sua força como artista solo em apresentações cheias de energia.
Bastidores e curiosidades
- A exigência de 200 cabides no camarim de Mariah Carey viralizou nas redes, mostrando os bastidores curiosos do evento.
- Mais de meio milhão de pessoas circularam por Interlagos ao longo dos cinco dias de festival.
- A transmissão ao vivo pela Globo levou toda a experiência para milhões de espectadores em casa.
A percepção do público
Nas redes sociais, os fãs elogiaram a diversidade do line-up e destacaram shows como os de Ivete Sangalo, Iza, Priscilla Alcantara e Lionel Richie como momentos marcantes de energia e conexão. O show intimista de Jessie J dividiu opiniões, mas foi amplamente reconhecido como um ato de coragem e entrega. Já Duda Beat recebeu críticas pela falta de interação, mostrando que nem todos os artistas conseguiram engajar a plateia no mesmo nível. As queixas mais comuns giraram em torno de preços altos e desafios de transporte até o Autódromo.
O último fim de semana do The Town 2025 foi uma verdadeira maratona de emoções. Entre nostalgia, descobertas e surpresas, os shows mostraram o melhor da música internacional e brasileira. Para quem esteve lá, lembranças inesquecíveis; para quem acompanhou de fora, a certeza de que o The Town já é um dos maiores festivais de música do mundo e que a próxima edição promete ainda mais.
E você, qual desses shows mais gostaria de ter visto de perto? Conta pra gente nos comentários do Pop Radar!













