A estreia do filme Homem com H, que retrata momentos íntimos da vida de Ney Matogrosso, trouxe à tona histórias pouco conhecidas do público sobre seu relacionamento com Cazuza. O resultado? Uma onda de críticas e até “cancelamento” simbólico do cantor, um dos maiores ícones da música brasileira.
O que o filme mostra?
A cinebiografia dirigida por Esmir Filho destaca passagens marcantes da juventude de Ney e expõe episódios polêmicos envolvendo Cazuza: uso intenso de drogas, crises de ciúmes, comportamentos vistos como irresponsáveis e até certa arrogância típica de quem cresceu em berço de ouro. Esses detalhes reacenderam uma discussão que há muito divide fãs e críticos: como lidar com o gênio artístico e as falhas pessoais de figuras públicas tão icônicas?
Reações divididas na internet
Nas redes, o termo Cazuza voltou aos assuntos mais comentados. Muitos jovens que conheceram o cantor apenas pelas canções poéticas e engajadas se chocaram com o retrato mais cru mostrado no longa. Comentários o chamando de “playboy mimado” e “tóxico” se multiplicaram, enquanto outros defenderam seu legado como artista rebelde, corajoso e um dos grandes poetas do rock nacional.
E os fãs?
Para a maioria dos admiradores, nada apaga a importância de Cazuza: ele rompeu tabus, desafiou a ditadura, deu voz à juventude dos anos 80 e falou abertamente sobre a AIDS quando o assunto era um tabu mundial. A polêmica mostra que, mesmo décadas depois de sua morte, sua figura continua viva gerando reflexões sobre fama, comportamento e responsabilidade pública.
Cancelamento ou reflexão?
O caso reacende o debate sobre a cultura do cancelamento: devemos analisar artistas apenas por suas obras ou também pelos erros que cometeram em vida? Até que ponto é justo julgar comportamentos de outra época com os olhos de hoje? Para muitos críticos, é fundamental lembrar o contexto histórico antes de rotular nomes como Cazuza.
O que podemos aprender com isso?
No fim das contas, Cazuza segue sendo lembrado por suas letras potentes, pela coragem de ser autêntico e, agora, por mostrar que ídolos também são humanos, com erros e acertos.
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