UBS Arena, Nova York. LL COOL J no comando. E uma noite que misturou nostalgia 2000s com o pop do agora com Ariana Grande dominando os holofotes, Lady Gaga como a grande vencedora em número de troféus e um tributo emocionante a Ozzy Osbourne.
Em 1 minuto (o essencial)
- Vídeo do Ano: “brighter days ahead” — Ariana Grande.
- Artista do Ano: Lady Gaga.
- Música do Ano: “APT.” — ROSÉ & Bruno Mars.
- Artista Revelação: Alex Warren.
- Álbum do Ano: Sabrina Carpenter — Short n’ Sweet.
- Prêmios honorários: Mariah Carey (Michael Jackson Video Vanguard), Ricky Martin (Latin Icon) e Busta Rhymes (Rock the Bells Visionary).
Perdeu o show? Este guia reúne os vencedores, os clipes imperdíveis e os momentos que incendiaram a timeline do discurso de Ariana ao medley de Ricky Martin.
Os momentos que dominaram a timeline
- Ariana Grande viralizou no microfone: ao receber Best Pop, agradeceu “ao meu terapeuta e ao público LGBTQ+” antes de fechar a noite com o prêmio máximo, Vídeo do Ano por “brighter days ahead”.
- Sabrina Carpenter soltou um F-bomb emocionada ao erguer o troféu de Álbum do Ano por Short n’ Sweet, celebrando também a sua performance com elenco de drag queens.
- Lady Gaga fez dupla jornada: levou Artista do Ano e Melhor Colaboração (“Die With a Smile”, com Bruno Mars) e apresentou um set pré-gravado no Madison Square Garden, com “Abracadabra” e “The Dead Dance”.
- Tributo a Ozzy Osbourne: Steven Tyler e Joe Perry (Aerosmith), YUNGBLUD e Nuno Bettencourt montaram um medley poderoso — momento catártico da noite.
- Icones celebrados: Mariah Carey recebeu o seu merecido Video Vanguard; Ricky Martin incendiou o palco ao aceitar o Latin Icon; e Busta Rhymes foi homenageado com o Rock the Bells Visionary.
Quem performou
Lady Gaga, Sabrina Carpenter, Doja Cat, Post Malone, Tate McRae, J Balvin (com DJ Snake), Sombr, Alex Warren, Jelly Roll, Conan Gray e muito mais uma mistura certeira de estreias, hits do ano e throwbacks que falaram com várias bolhas do pop.
Onde rever (guia rápido)
- EUA: transmissão em CBS e MTV, com streaming no Paramount+.
- Clipes e bastidores: o site/app da MTV e as redes dos artistas já concentram trechos dos discursos e performances.
Lista completa de vencedores
Prêmios gerais
- Vídeo do Ano: “brighter days ahead” — Ariana Grande.
- Artista do Ano: Lady Gaga.
- Música do Ano: “APT.” — ROSÉ & Bruno Mars.
- Artista Revelação (Best New Artist): Alex Warren.
- Álbum do Ano: Sabrina Carpenter — Short n’ Sweet.
- Melhor Colaboração: Lady Gaga & Bruno Mars — “Die With a Smile”.
- Best Long Form Video: Ariana Grande — “brighter days ahead”.
- Video for Good: Charli XCX — “Guess” (feat. Billie Eilish).
Estilos/formatos
- Melhor Pop (vídeo): Ariana Grande — “brighter days ahead”.
- Melhor Artista Pop (categoria nova): Sabrina Carpenter.
- Melhor Hip-Hop: Doechii — “Anxiety”.
- Melhor R&B: Mariah Carey — “Type Dangerous”.
- Melhor Alternativo: Sombr — “Back to Friends”.
- Melhor Rock: Coldplay — “ALL MY LOVE”.
- Melhor Latino: Shakira — “Soltera”.
- Melhor K‑Pop: LISA feat. Doja Cat & RAYE — “Born Again”.
- Melhor Afrobeats: Tyla — “PUSH 2 START”.
- Melhor Country (categoria nova): Megan Moroney — “Am I Okay?”.
- Melhor Grupo: BLACKPINK.
- Canção do Verão: Tate McRae — “Just Keep Watching (From F1® The Movie)”.
Técnicos
- Direção: Lady Gaga — “Abracadabra”.
- Direção de Arte: Lady Gaga — “Abracadabra”.
- Cinematografia: Kendrick Lamar — “Not Like Us”.
- Edição: Tate McRae — “Just Keep Watching (From F1® The Movie)”.
- Coreografia: Doechii — “Anxiety”.
- Efeitos Visuais: Sabrina Carpenter — “Manchild”.
- PUSH Performance of the Year: KATSEYE — “Touch”.
Homenagens
- Michael Jackson Video Vanguard Award: Mariah Carey.
- Latin Icon Award: Ricky Martin.
- Rock the Bells Visionary Award: Busta Rhymes.
Por que estes resultados importam
- Ariana Grande fecha um ciclo visual com “brighter days ahead”, reforçando a fase conceitual pós-Eternal Sunshine e já sinalizando turnê mundial.
- Lady Gaga pavimenta o domínio da era Mayhem e reposiciona sua força pop com estética dark‑mágica (e performance conectada à turnê).
- Sabrina Carpenter consolida o salto de popularidade com Short n’ Sweet, sustentada por uma estética irônica e ultra‑compartilhável.
- Categorias novas (País/Pop Artist) indicam para onde o algoritmo e as playlists estão puxando: segmentação por artista/persona e expansão do country mainstream.
Confira aqui cada uma das apresentçaões!
KATSEYE
Na estreia no VMA 2025, a KATSEYE cravou presença com uma performance elétrica: sincronia afiada, vocais firmes e um dance break que levantou a arena daqueles momentos que no replay ficam ainda melhores. Dá o play e repara nos detalhes de figurino e nas transições de formação: é o cartão de visitas perfeito do novo girl group global.
DOJA CAT
Doja Cat no VMA em modo “show em estado puro”: entrada cinematográfica, cenário neon, batida que cresce e um dance break de tirar o fôlego. É performance de quem comanda a própria era dá o play e repara como cada corte, cada olhar e cada passo acendem o palco.
LOLA YOUNG
Lola Young no VMA 2025 em modo coração na garganta: “Messy” no Extended Play Stage, voz crua, storytelling direto no nervo e um refrão que gruda na primeira passada. Dá o play e sente a entrega é aquele tipo de performance que transforma curiosos em fãs.
RICKY MARTIN
Ricky Martin no VMA em estado de combustão: medley afiado, banda quente, passos que todo mundo sabe de cor e um carisma que leva a arena no bolso. No fim, coroação justa primeiro Latin Icon Award nas mãos de quem abriu caminho pro pop latino tomar o mundo. Dá o play e sente a pressão do refrão batendo junto com a plateia.
TATE McRae
Tate McRae no VMA em modo estrela completa: entrada minimal, batida que cresce, câmera colada na coreo e um dance break daqueles de prender a respiração. Voz firme, precisão milimétrica e atitude no olhar é performance feita pra replay. Dá o play e repara nas mudanças de formação e no final em explosão.
BUSTA RHYMES
Busta Rhymes no VMA em modo lenda viva: flow metralhadora, breath control absurdo e um medley que virou aula de palco. Entre rimas e carisma, ele ainda foi coroado com o Rock the Bells Visionary Award reconhecimento de quem moldou o jogo. Dá o play e sente a pressão do beat e da plateia.
SABRINA CARPENTER
Sabrina Carpenter no VMA em modo cinema pop: ironia no ponto, vocais certeiros e um refrão que cola na primeira passada. Coreo polida, câmeras no timing e presença que segura a arena performance feita pra replay.
POST MALONE E JELLY ROLL
Post Malone e Jelly Roll no VMA em modo parceria ao vivo: voz rasgada, banda quente e um refrão que a arena cantou junto do início ao fim. Zero firula, só entrega clima de estrada, química verdadeira e aquele som grande que bate no peito. Dá o play e sente a pancada do coro.
THE KID LAROI E BAILEY ZIMMERMAN
The Kid LAROI e Bailey Zimmerman no VMA em modo encontro de mundos: melodia afiada do Laroi, timbre rasgado do Bailey, guitarra marcando o passo e um refrão que pede coro. Sem enfeite, só química e estrada daqueles duetos que você termina batendo o pé no tempo.
MARIAH CAREY
Mariah Carey no VMA em modo coroação: abriu com “Sugar Sweet” e emendou um medley de clássicos (“Fantasy”, “Heartbreaker”, “Obsessed”, “It’s Like That”, “We Belong Together”). Saiu do palco com o Michael Jackson Video Vanguard Award e, de quebra, o primeiro Moon Person competitivo da carreira por “Type Dangerous” (Best R&B). No discurso, ironia fina sobre a espera por esse reconhecimento. Dá o play e repara no look dourado robe com plumas que vira macacão brilhante e nos arranjos com cordas.
LADY GAGA
Lady Gaga no VMA em modo comando total: visual dark-cinemático, vocal afiado e um set que cresce em camadas até o ápice. É performance feita pra replay repara como luz, câmera e coreo contam a mesma história a cada corte.
ALEX WARREN
Alex Warren no VMA em modo vitória + entrega: depois de levar Best New Artist, entrou com “Eternity” e virou em “Ordinary” com coro gospel e drumline crescendo emocional, câmera colada e refrão gigante. Dá o play e repara na virada quando o coro entra: é o momento em que o palco explode.
TRIBUTO A OZZY OSBOURNE
Tributo a Ozzy Osbourne no VMA em modo catedral do rock: riffs pesados, bateria martelando, telão em preto e branco e um medley que fez a arena inteira bater cabeça. É homenagem daquelas que arrepia até quem não é metalhead. Dá o play e repara nos arranjos de guitarra e nos cortes de câmera história sendo celebrada no talo.
J BALVIN
J Balvin no VMA em modo rua de NYC: beat cortando grosso, perreo de arena e um palco que vira bodega com direito a bota gigante no set. Entra com os parceiros, troca o ritmo no drop e põe a plateia pra dançar no reflexo. Dá o play e repara nas viradas de câmera e no break final.
MEGAN MORONEY
Megan Moroney no VMA em modo storytelling na veia: timbre sulista que abraça, letra confessional e banda redondinha empurrando o refrão pra cantar junto. É country-pop com coração na manga simples, direto e certeiro. Dá o play e repara como cada frase cresce até o último verso.
SOMBR
SOMBR no VMA em modo alternativo visceral: entrada seca, guitarra cortando grosso, baixo pulsando e um refrão que arregaça o palco. Luz strobe, câmera nervosa e um break no meio que vira a música de ponta-cabeça performance feita pra replay. Dá o play e repara na última virada.
CONAN GRAY
Conan Gray no VMA em modo romance trágico: “Vodka Cranberry” vira mini-filme no palco cenário de época, figurino impecável e aquele gole final que fecha como cinema. Luz, câmera e gestos empurram a história até o refrão. Dá o play e sente a dramaturgia em cada olhar.
Qual foi o momento da noite pra você?




